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Softwares anti-plágio

Por EaD Planet em 3 de novembro de 2013
Veja alguns softwares que auxiliam na detecção de plágio.

AntiPlagiarist - ACNP Software 
Compara múltiplos documentos rapidamente, procurando por trechos de textos que foram copiados e colados. Os fragmentos suspeitos são relatados em um formato de fácil compreensão, contendo os trechos suspeitos, número de linha e coluna onde se encontram em seus respectivos documentos e o número de caracteres contidos em cada um.
Site: http://www.anticutandpaste.com/download
Custo: Gratuito

CheckForPlagiarism.net 
Ajuda a procurar por plágio em qualquer tipo de documento, utilizando as tecnologias mais recentes e avançadas, para identificar e apontar até mesmo as tentativas mais sutis de plágio, intencionais ou não intencionais.
Algumas características:
- Verificação em base de dados: análise profunda que inclui milhões de trabalhos, assinaturas e artigos submetidos no mundo todo.
- Verificação na Internet.
- Verificação em publicações: análise profunda e detalhada em vários tipos de materiais como livros, artigos, revistas, periódicos, jornais, PDFs, etc.
- Verificação de sinônimos e estrutura da frase: analisa se a frase de um documento foi parafraseada impropriamente e portanto, é susceptível a plágio. Além disso, palavras e frases são submetidas a uma verificação de sinônimos para identificar até as mais sutis tentativas de plágio. 
Site: http://www.checkforplagiarism.netCusto: Pago

CopySpider 
Software brasileiro, criado por Clever Marcos Teixeira. O CopySpider é software anti-plágio (detector de plágio) freeware, de interface simples e intuitiva, com alto desempenho computacional para testar documentos sob o crivo de existência de cópias indevidas de outros documentos disponíveis na internet. Ele pode ser configurado para o Inglês ou Português (Brasil). Também é possível escolher um nível de rigor para a busca na internet (rápida, normal ou detalhada). Sugere-se a análise de possível existência de plágio para documentos com semelhança acima de 3%. O programa aceita como entrada os arquivos nos formatos DOC, PDF, TXT, HTML, RTF, DOCX, PPT, PPTX, XLS e XLSX, sendo compatível com os sistemas Windows XP, Vista, 7, 8, 2000, 2003 e 2008.
Site: http://www.copyspider.com.br
Custo: Gratuito

Ephorus 
Oferece uma opção de integração de serviços, na qual os estudantes podem submeter os trabalhos digitalmente ao professor (por alguma plataforma de ensino-apredizagem) e ao mesmo tempo para o Ephorus (invisivelmente). Quando o Ephorus achar algum exemplo de plágio, uma notificação é enviada imediatamente por e-mail. É possível configurar o nível de sensibilidade para o alarme anti-plágio, o que significa que a notificação só será enviada quando as semelhanças encontradas forem maiores que um valor previamente determinado. É possível criar uma conta para demonstração.
Site: http://www.ephorus.pt

eTBLAST
Identifica a duplicação de palavras-chave e compara a proximidade e o encadeamento de palavras, entre outras variáveis. Oferece um método eficiente e rápido para conduzir buscas na literatura científica e permite aos editores de revistas identificar a prática de ocorrências questionáveis de publicação. A ferramenta também é útil para pesquisadores que desejam verificar se e quando o tema do projeto em questão que estão trabalhando foi objeto de publicações anteriores, não apenas para ampliar o conhecimento, mas também para identificar possíveis colaboradores.
Site: http://etest.vbi.vt.edu/etblast3/

Farejador de plágios 10.1 
Software brasileiro, criado pelo professor do curso de Sistemas de Informação da Universidade do Contestado-SC, Maximiliano Zambonatto Pezzin. O rastreador busca dados e informações em diversos sites para acusar o plagiamento em um trabalho acadêmico através de um software instalado, por download, no computador. O programa faz a análise em trabalhos que são submetidos eletronicamente (upload). A versão gratuita analisa apenas uma parte do arquivo enviado (50% do arquivo com tamanho até 300 kb). A verificação completa é disponibilizada apenas para assinantes.
Site: http://www.farejadordeplagio.com.br
Custo: Gratuito (sem registro); Pago (R$19,90 com registro)

Plagiarism advice
Tem por objetivo mostrar abordagens inovadoras para identificação de plágios e as melhores práticas adotadas pela comunidade acadêmica.
Site: http://www.plagiarismadvice.org
Custo: Versão gratuita para teste

Plagiarism Detect 
Sistema preciso de detecção de plágio:
- Verifica número ilimitado de páginas com boa precisão e sem demora.
- Nova tecnologia multi-níveis com escaneamento inteligente (SMART).
- Opção de “enviar resultados por e-mail”.
- Escaneamento em várias ferramentas de busca bem como recursos adicionais de escaneamento com a opção de carregar o arquivo.
Recursos adicionais no MS-Word 2007:
- Verifica textos diretamente no MS-Word 2007.
- Revisa, salva, envia e imprime relatório do MS-Word 2007.
- Economiza tempo ao não ter que ficar alternando entre a tela do software e a do MS-Word 2007.
Site: http://www.plagiarismdetect.com/
Custo: Gratuito (uso limitado); Pago (análises avançadas)

Não Plagiarisma - online 
Detector de plágio que pode ser utilizado online, sem precisar ser instalado no computador. São suportados mais de 190 idiomas, inclusive o português. Basta incluir um pequeno trecho de texto para iniciar a pesquisa. A pesquisa é rápida e em alguns segundos é emitido um relatório com todas as páginas que contém o texto plagiado. O resultado também inclui resultados semelhantes, que podem não ser, necessariamente, plágio, mas são bastante “parecidos”, ou seja, suspeitos. Ao final, tem-se um sumário com a quantidade de palavras, sentenças e um percentual de originalidade, que mede a chance do texto ter sido plagiado.
Site: http://plagiarisma.net
Custo: Gratuito

Não Plagium - Online 
Site gratuito que rastreia a internet para identificar se alguém plagiou seu material: você pode informar um trecho do texto ou um endereço (URL) para análise. A análise não é feita em arquivos, mas em fragmentos inseridos em uma caixa de textos. O resultado sai na hora, inclusive com uma linha do tempo, para saber quando cada site publicou algo seu.
Site: http://www.plagium.com
Custo: Gratuito

Não Plagius - Detector de Plágio Personal 2.0 
Software que foi inventado e defendido pelo formando em Ciência da Computação, Gustavo A. Henning, em seu trabalho de conclusão de curso e popularizado na internet para ajudar a melhorar o nível dos trabalhos acadêmicos.
Site: http://www.plagius.com/s/br/Versoes.aspx
Custo: Gratuito para teste

Safe assign
Serviço de detecção de plágio que pode ser utilizado por instituições de ensino que possuem licença de uso do Blackboard (plataforma virtual de aprendizagem).
Site: http://safeassign.com/

Turnitin 
Site americano com serviços voltados para a identificação e prevenção do plágio que agrega ferramentas educacionais.
Site: http://www.turnitin.com
Custo: Pago

Viper 
Utilitário que ajuda a detectar plágio em documentos armazenados no computador, rede ou internet. Os formatos compatíveis são: DOC, RFT, HTML e TXT. Após instalação, o software analisa os documentos com base nos parâmetros de pesquisa determinados. O tempo de busca varia de acordo com o computador e a conexão a internet. Após concluir a busca, o software lista os resultados em uma tabela, com links das páginas que tenham sido detectadas como possíveis originários do texto.
Site: http://www.scanmyessay.com
Custo: Gratuito

Fonte: Portal da escrita científica USP São Carlos
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Software "poupa" rãs nas aulas práticas

Por EaD Planet em 15 de maio de 2011
Foi com grande alegria que li a notícia disponibilizada no jornal da UNICAMP sobre o Fisioprat - software educacional desenvolvido pelo biólogo Francisco Cubo Neto e que substitui, com superioridade, a dissecação de rãs nas aulas de biologia.


Leia abaixo a reportagem na íntegra:

Software substitui rãs em aulas práticas de Fisiologia e Biofísica
Ferramenta desenvolvida por biólogo simula procedimentos de forma interativa
RAQUEL DO CARMO SANTOS
O biólogo Francisco Cubo Neto desenvolveu e avaliou uma alternativa para substituir o uso de animais nas aulas práticas de Fisiologia e Biofísica, ministradas nos cursos de Medicina, Ciências Biológicas, Enfermagem e Educação Física em universidades brasileiras. Trata-se de um software educacional, denominado Fisioprat, que simula o mesmo procedimento feito em rãs, mas de forma interativa e lúdica e sem a necessidade de sacrificar o animal. “O objetivo foi, justamente, propor uma alternativa ao uso de animais sem que o ensino fosse prejudicado”, explica Cubo, que apresentou dissertação de mestrado no Instituto de Biologia (IB), sob orientação do professor Miguel Arcanjo Areas.
O software está em processo de patenteamento e, segundo o biólogo, não existem no Brasil produtos semelhantes que abordem o conteúdo em questão. Em geral, o uso de rãs ocorre nas aulas práticas para avaliação dos reflexos medulares mediante estimulação química e mecânica. São conceitos importantes para a disciplina, passados a partir de uma aula teórica. Na sequência, em laboratório, os alunos visualizam como ocorrem os reflexos com o animal intacto e, depois, repetem o mesmo experimento com o modelo animal com a medula lesionada.
“A compreensão do conteúdo é fundamental e, até então, não existia outra forma de demonstrar o mecanismo a não ser utilizando o modelo animal. Por isso, o Fisioprat constitui mais uma opção, além do que abarca todos os temas ensinados na aula”, esclarece Cubo, que contou com a orientação e sugestão de diversos professores do Departamento de Fisiologia Animal do IB. A iniciativa rendeu ao trabalho uma menção honrosa, no ano passado, na XXV FESBE, evento da Federação das Sociedades de Biologia Experimental.
Uma vez desenvolvido o material, Francisco Neto testou o software em quatro turmas de cursos oferecidos pela Unicamp. Participaram estudantes de duas turmas de Biologia, uma de Medicina e outra de Enfermagem. Todos, num total de 127 estudantes, fizeram a aula teórica normalmente como ocorre no método convencional. Em seguida, os estudantes foram separados em dois grupos. O grupo APT realizou a aula prática tradicional, com o modelo animal, enquanto o grupo APF realizou a aula prática com o Fisioprat.
O roteiro, conteúdo e bibliografia da aula nos dois grupos se seguiram de forma semelhante. A diferença foi que o grupo APT realizou a aula prática em laboratório e o grupo APF na sala de informática, onde os alunos foram dispostos em dois por computador e acompanhavam as explicações do professor enquanto manuseavam o programa de acordo com os recursos operacionais existentes. “O Fisioprat foi desenvolvido com ferramentas de fácil navegação para possibilitar melhor assimilação do conteúdo”, explica o biólogo.
Segundo Cubo, uma tela de exercícios aparece em cada tópico com o objetivo de reforçar as explicações. Também foram incluídas resoluções de estudos de casos para que se avaliasse o nível de absorção do conteúdo por parte dos alunos. Em cada uma das telas é dado um feedback para o aluno se a resposta estaria correta ou não. Por fim, são feitas as incisões nas partes do animal por meio de animação gráfica, com a vantagem de se repetir o experimento por várias vezes para compreender melhor o conceito. “Quando a aula é feita no laboratório, existe a possibilidade de que algo possa dar errado. Por exemplo, a anestesia mal aplicada pode comprometer o experimento e o animal não responder aos estímulos ou morrer. Com isso, é preciso utilizar outro animal”, esclarece.
Para avaliar o nível de influência no aprendizado ao se utilizar uma nova metodologia, foi aplicado um questionário, ao final da aula prática, para os dois grupos. Os resultados apontaram que o Fisioprat cumpre seus objetivos, pois as notas mais altas foram observadas no grupo que utilizou o software. Ou seja, o grupo APF acertou mais e errou menos, enquanto o outro grupo teve mais dificuldades em responder às questões cognitivas.
O biólogo acredita que o programa pode ser melhorado, assim como as avaliações da sua utilização podem ser feitas em um número maior de amostragem. No entanto, a iniciativa abre um caminho para que outras metodologias substituam o uso de animais nas aulas práticas. Prova disso é que nas avaliações pode-se perceber que o grupo APF avaliou melhor a metodologia do que o grupo da metodologia tradicional. “Num primeiro momento, pode-se afirmar que o software tem potencial alternativo, pois não prejudicou, de forma alguma, o ensino da referida matéria”, conclui Cubo.
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Publicação
Dissertação: “Desenvolvimento e Análise de Software Educacional ao Uso de Animais em Aulas Práticas de Fisiologia: Fisioprat”
Autor: Francisco Cubo Neto
Orientador: Miguel Arcanjo Areas
Unidade: Instituto de Biologia (IB)
Financiamento: Capes

Fonte: Jornal da UNICAMP 21 a 27 de março de 2011 – ANO XXV – Nº 487


Pelo fim do uso de animais como cobaias!


Clique aqui e assine o abaixo assinado contra a vivisecção.
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Conheça o GeoRed

Por EaD Planet em 18 de outubro de 2009
O GeoRed é um site que resulta do projeto de colaboração entre a Associação de Professores de Geografia e o Departamento de Geografia do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa; é financiado pela Direção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular, do Ministério
da Educação de Portugal.

Nele estão disponibilizados aos professores e escolas vários recursos educativos digitais para o ensino de Geografia.
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Microsoft oferece ferramentas gratuitas voltadas ao ensino

Por Anônimo em 29 de setembro de 2009
MicrosoftA Microsoft matém um endereço eletrônico voltado exclusivamente para conteúdos educacionais. Ele faz parte do Projeto da Microsoft Educação que oferece recursos gratuitos para estimular e capacitar alunos e docentes no uso da tecnologia, aprimorando e inovando na metodologia de ensino.

Clique aqui para acessar o site.
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Universidade do Texas está no Second Life

Por Anônimo em 28 de setembro de 2009
Texas University
A Universidade do Texas está iniciando um projeto estadual de um ano de duração para explorar o uso de mundos virtuais em educação. Todo seu sistema de 16 campi será instalado no Second Life. O projeto criará um arquipélago com dezenas de ilhas no Second Life, envolvendo alunos, professores, pesquisadores e administradores numa gigantesca comunidade de aprendizagem virtual
Maiores detalhes: http://www.utsystem.edu/aca/initiatives/Transforming%20Undergraduate%20Education.htm
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Lista de Softwares Educacionais

Por EaD Planet em 31 de julho de 2009
Softwares educacionais
Organizada por áreas do conhecimento.

Contribuições serão bem vindas desde que respeitadas o conceito para software livre = qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição (Free Software Foundation).

GEOGRAFIA
  • Kstars - Simulador de um planetário. Disponível para Linux. Nível Fundamental e Médio.

QUÍMICA
  • Kalzium - Tabela periódica dos elementos. Disponível para Linux, Windowns e Macintosh. Nível Médio.

LINGUAGEM
  • Klettres - Exercício e prática do alfabeto francês, italiano, alemão e outros idiomas estrangeiros. Disponível para Linux, Windowns e Macintosh. Nível Fundamental.
  • Kverbos - Auxílio à conjugação de verbos em espanhol. Disponível para Linux, Windowns e Macintosh. Nível Fundamental e Médio.
  • Klatin - Aprendizado de latim, com vínculos às línguas inglesa e portuguesa. Disponível para Linux, Windowns e Macintosh. Nível Superior.
  • Knagram - Jogo cujo objetivo é testar o conhecimento ortográfico do aluno. Disponível para Linux, Windowns e Macintosh. Nível Fundamental.

MATEMÁTICA
  • Kbruch - Exercício e prática de operações matemáticas com frações. Disponível para Linux. Nível Fundamental.
  • Kpercentage - Exercício e prática de operações que envolvam porcentagem. Disponível para Linux. Nível Fundamental.
  • Kmplot - Geometria Interativa: Programa apresenta em plano cartesiano gráficos e formas geométricas, em caráter ilustrativo. Disponível para Linux. Ensino Médio.
  • Kig - Jogo cujo objetivo é testar o conhecimento ortográfico do aluno. Disponível para Linux. Nível Fundamental.
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Linux educacional está disponível no Portal do Software Público

Por Anônimo em 27 de junho de 2009
O Linux Educacional, software idealizado pelo Ministério da Educação utilizado na informatização das escolas brasileiras, agora é público. O MEC e o Ministério do Planejamento assinaram nesta quinta-feira, 25, documento que inclui a ferramenta no Portal do Software Público Brasileiro.
 
O ato, que ocorreu durante a 10ª edição do Fórum Internacional do Software Livre, em Porto Alegre (RS), coloca o programa à disposição da sociedade com outros 26 já inseridos no portal e garante a continuidade do seu uso pelas instituições de ensino do país.
 
De acordo com o diretor de tecnologia do MEC, José Eduardo Bueno de Oliveira, o ministério estimula o uso e a produção do software livre. Ele lembrou que o Linux Educacional é o aplicativo mais utilizado nas escolas públicas brasileiras e atende às políticas de democratização do acesso ao ensino. “O Linux está nas mais de 500 mil máquinas que foram distribuídas pelo Programa Nacional de Tecnologia Educacional [ProInfo]”, salientou.
 
Para Paulo Pinto, gerente de operabilidade da Secretaria de Logística e Tecnologia do Ministério do Planejamento, a medida é importante no sentido de preservar o uso do software. “Infelizmente, iniciativas fantásticas como essas não são perenes, devido às mudanças de governo. O portal garante que essas ações permaneçam, independentemente de interesses particulares, pelo bem da população”, destacou.
Há apenas dois anos no ar, o Portal do Software Público Brasileiro conta com 44 mil usuários. Entre as soluções disponíveis no sítio está o e-Proinfo, ambiente virtual de aprendizagem desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (Seed). Nele, já estão cadastrados mais de quatro mil usuários.
 
Fórum – O Fórum Internacional do Software Livre, que vai até sábado, 27, é considerado o maior evento de tecnologia do país e recebe, nesta edição, mais de oito mil participantes e 300 atividades. O MEC participa com os programas de tecnologia da informação para a educação desenvolvidos pela Seed, como ProInfo, Portal do Professor, o Banco Internacional de Objetos Educacionais e o Projetor ProInfo, ainda em fase de testes.

Fonte: MEC
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Software ajuda a combater plágio em trabalho acadêmico

Por EaD Planet em 3 de abril de 2009
Plágio acadêmicoPreocupadas em combater o plágio em trabalhos acadêmicos, instituições de ensino superior têm adotado programas de computador que ajudam o professor a identificar os casos suspeitos. Recentemente, a Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Faap e o Senac SP aderiram à ideia. A Universidade Anhembi Morumbi e a Universidade Cruzeiro do Sul utilizam esse tipo de ferramenta desde o início de 2008.

Alguns desses softwares estão disponíveis gratuitamente na internet. Os mais elaborados, em geral pagos, analisam cada parágrafo do documento enviado pelo aluno e o compara com o conteúdo de bilhões de sites da internet e de algumas bibliotecas eletrônicas, elaborando um relatório com o índice de coincidências encontradas.

Esse é o caso do Safe Assign, um dos mais usados no País. O programa também compara o trabalho com todos os outros já submetidos à sua base de dados. Isso permite ao professor descobrir, por exemplo, se o aluno está reaproveitando uma pesquisa já apresentada em anos anteriores?, explica Emerson Fabiani, coordenador da Escola de Direito da FGV. O software não apenas identifica o trecho copiado como aponta o endereço eletrônico do conteúdo original, conta.

Fonte: Agência Estado

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Licenças de softwares

Por EaD Planet em 17 de março de 2009
Há muita confusão gerada pelos muitos termos utilizados para definir as licenças dos softwares: software livre, domínio público, shareware, código fechado, copyleft, entre outros. Vamos tentar aqui dirimir um pouco as dúvidas, definindo cada termo.


Software Livre (Free Software)

Este tipo de software dá liberdade irrestrita para que os usuários executem, copiem, redistribuam, estudem, modifiquem e aperfeiçoem o software. Em particular, isso significa que o código fonte deve estar disponível.
Segundo a FSF (Free Software Foundation), há quatro tipos de liberdade:
Liberdade 0 – execução do software, para qualquer uso.
Liberdade 1 – estudo do funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades.
Liberdade 2 – redistribuição de cópias.
Liberdade 3 – implementação de melhorias no programa e de tornar as modificações públicas de modo que a comunidade inteira beneficie da melhoria.

Software protegido com copyleft
O software protegido com copyleft é um Software Livre cujos termos de distribuição não permitem que sejam incluídas restrições adicionais quando da redistribuição ou modificação do produto. Isto significa que toda a cópia do software, mesmo que tenha sido modificada, precisa ser software “livre copyleft”
O termo copyleft foi criado à imagem do copyright, que estabelece um direito de propriedade sobre algo e que só pode ser reproduzido totalmente ou em parte com autorização (ou a compra do direito da cópia).

Software coberto pela GPL
A GNU GPL (General Public License) é um conjunto de termos de distribuição específico para proteger um programa com copyleft. O Projeto GNU a utiliza como termos de distribuição para a maioria dos softwares GNU. Como o propósito do GNU é ser livre, todo componente no sistema GNU tem que ser Software Livre.

Software semi-livre
Os usuários podem usar, copiar, distribuir e modificar desde que seja para fins não comerciais.

Domínio público
Trata-se de software não protegido por copyright. Este é um caso especial de Software Livre não protegido por copyleft, o que significa que algumas cópias ou versões modificadas podem não ser livres.
Em muitos casos o termo “domínio público” é utilizado de forma indevida ou imprecisa para dizer “livre” ou “disponível gratuitamente”. No entanto, “domínio público” é um termo legal e significa, precisamente, “sem copyright”. Isso significa a possibilidade de copiar e redistribuir o programa, mas não significa necessariamente o acesso ao código-fonte.

Freeware
Esse termo não possui uma definição clara, mas é muito usado para pacotes de aplicativos que permitem redistribuição mas não modificação (seu código fonte não está disponível).

Shareware
Trata-se de software são disponibilizados gratuitamente, mas com algumas restrições de uso. Geralmente em relação ao tempo de funcionamento ou às funcionalidades. Se o usuário quiser continuar utilizando, deverá adquirir uma licença.

Software proprietário
É aquele cujo uso, redistribuição ou modificação são proibidos, ou ainda, são regulados mediante permissão expressa do proprietário ou aquisição de uma licença.

Software Comercial
É o software desenvolvido por uma empresa com o objetivo de se obter lucro.

Código aberto (Open Source)
O termo é usado por algumas pessoas para dizer mais ou menos a mesma coisa que Software Livre. Embora existam algumas diferenças. A semelhança entre os dois, é que ambos vêm com o código fonte aberto. Entretanto, muitas vezes, um programa de código aberto só pode ser modificado com autorização expressas de seu autor (criador). Em muitos casos a redistribuição também não é permitida, ou seja, todo Software Livre é um código aberto, mas o inverso nem sempre é verdadeiro.
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Laboratório Didático Virtual de Física

Por EaD Planet em 5 de março de 2009
Labvirt

O Laboratório Didático Virtual é uma iniciativa do Escola do Futuro da Universidade de São Paulo. Possui como principal objetivo construir uma infra-estrutura pedagógica e tecnológica que facilite o desenvolvimento de projetos de física na escolas e incentive no aluno: o pensamento crítico, o uso do método científico, o gosto pela ciência e principalmente a reflexão e compreensão do mundo que o cerca.

No site podem ser acessados livremente diversos simuladores com problemas relacionados à Física.

Clique aqui para acessar o LDVFísica.
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Banco Internacional de Objetos Educacionais

Por EaD Planet em 14 de fevereiro de 2009
Banco Internacional de Objetos Educacionais
O MEC disponibiliza gratuitamente um repositório de recursos educacionais de várias áreas do conhecimento. O interessado poderá efetuar vários níveis de busca: por nível (Infantil, Fundamental, Médio, Superior); tipo (Educação Profissionalizante); modalidade; país; idioma; tipo de recurso, entre outros. Todos os materiais são de domínio público e podem ser acessados livremente.

Acesse: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/
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